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Apresentação do Programa

 

O programa Eco-Escolas está vocacionado para a educação ambiental, para a sustentabilidade e para a cidadania, sendo implementado pela Fundação para a Educação Ambiental (FEE) em vários países desde meados dos anos 90. Em Portugal iniciou-se no ano letivo 1996/97 e desenvolve-se atualmente em concelhos pertencentes a todos os distritos e regiões autónomas do país. O programa destina-se preferencialmente às escolas do ensino básico, mas pode estender-se a qualquer grau de ensino.

O Programa Eco-Escolas baseia-se nas orientações e princípios emanados da Agenda 21 Local, descendente da Agenda 21 adotada na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, vulgarmente designada Cimeira da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992. A Agenda 21 Local consiste num processo através do qual as autoridades locais trabalham com a restante comunidade na elaboração de uma estratégia conjunta que vise a melhoria da qualidade de vida ao nível local.

A proposta lançada às escolas implica a adoção de uma metodologia de trabalho, desenvolvida ao longo de 7 passos:

  • Conselho Eco-Escola (quem; quando reúnem; etc.);
  • Auditoria ambiental (levantamento da situação ambiental da escola);
  • Plano de ação (medidas a implementar: como, quando, que atividades);
  • Respeitar a propriedade dos bens de todos os membros da comunidade educativa;
  • Monitorização e avaliação (reformular e adaptar o plano);
  • Trabalho curricular (inserir nas atividades letivas);
  • Informação e envolvimento da escola e da Comunidade (divulgação das ações; organização de eventos; dias especiais; comunicação social...);
  • Eco-Código (elaboração de um código de conduta).

Estes sete passos, articulados com atividades de exploração de diversos temas, devem contribuir para uma melhoria global do ambiente da escola e da comunidade. Este esforço é reconhecido através da atribuição de uma Bandeira Verde, que certifica a existência, na escola, de uma educação ambiental coerente e de qualidade (Guia Eco-Escolas).

 


A nossa escola desenvolve o programa desde 2012.

 

Plano de Ação

 

 

 

Álbum Fotográfico

 Ano Letivo 2015/2016

Dossiê com Classificação da Espécie da “Floresta de Cantanhede”

Visita de Estudo ao Museu Marítimo de Ílhavo e Museu Navio Santo André

Visita de Estudo ao Museu Marítimo de Ílhavo e Museu Navio Santo André

Jogos Tradicionais

 

Jogos Tradicionais

 

Jogos Tradicionais

 

Jogos Tradicionais

 

Ateliê de Artes Plásticas no Hospital Pediátrico de Coimbra

 

 

Ateliê de Artes Plásticas no Hospital Pediátrico de Coimbra

 

Ateliê de Artes Plásticas no Hospital Pediátrico de Coimbra

 

Palestra “Energia Fantasma” 

Palestra “Energia Fantasma” 

 

 

Peddy-Paper “Tok’Andar”

 

Peddy-Paper “Tok’Andar”

 

Peddy-Paper “Tok’Andar”

Peddy-Paper “Tok’Andar”

 

 

Almoço Saudável

 

Aulas Informática – Tema Reciclagem

 

Sinalética para Gestão Eficiente da Água

Sinalética para Gestão Eficiente da Água 

 

 

Placas Identificadoras da Flora da ETPC

 

Placas Identificadoras da Flora da ETPC

 

Viveiro de catos e Suculentas

 

Horta Biológica

 

 

Horta Biológica

 

Horta Biológica

 

Horta Biológica

 

Sensibilização para a Mobilidade Sustentável

 

 

Sensibilização para a Mobilidade Sustentável

 

Reciclagem de Papel

 

Reciclagem de Papel

 

Valorização dos Espaços Exteriores

 
         
         

 

Outros Links

 

• Eco-Escolas

• Eco-Escolas da ETPC

• Geração Depositrão 7 

• Eco-Schools

• Jovens Repórteres para o Ambiente

 

Notícias

http://aurinegra.pt/etpc-recebe-bandeira-verde/

http://www.asbeiras.pt/2016/10/municipio-de-cantanhede-distinguido-com-a-bandeira-eco-xxi/

 

Reportagens

Ambiente: Um poço de Poluições e Preocupações 

 

Até à segunda metade do século XX, o Ser Humano considerava que vivia num planeta sem limites, onde as consequências das suas ações nunca seriam sentidas pela humanidade. 

Se os avanços da tecnologia e da ciência nos permitiram usufruir de uma “Vida-Boa”, com maior conforto e com melhores condições de vida, também estes avanços trouxeram consequências desastrosas para o nosso ambiente, pois tudo o que se pensava ser inesgotável tem vindo a ser consumido de forma irresponsável por influência direta do ser humano. Neste sentido, um dos grandes desafios que hoje se coloca, em pleno século XXI, consiste na preservação do ambiente, sendo necessário salvaguardar a equidade das gerações, assentando toda a nossa prática num modelo de desenvolvimento sustentável.

Todos os dias, os meios de comunicação social divulgam notícias sobre problemas ambientais e a melhor maneira de os resolver é evitá-los. É, portanto, imprescindível ter consciência de que o desenvolvimento e o aumento de bem-estar, a que todos sempre aspiramos, não podem comprometer o futuro das gerações vindouras, como tem acontecido até então. Ainda que estas questões ambientais continuem sejam debatidas e trabalhadas em múltiplas cimeiras, por forma a serem deliberadas resoluções, estas nem sempre cumpridas no sentido de diminuírem os impactes ambientais da ação humana no planeta Terra. 

 Dessas múltiplas cimeiras, destacam-se a Convenção sobre Mudanças Climáticas, a Convenção sobre a Diversidade Biológica, a Declaração do Rio, a Declaração sobre Florestas e a Agenda XXI, o que tem contribuído para a identificação de problemas e para o desenvolvimento de uma consciência ambiental cada vez mais abrangente.

Contudo, será que o ser humano rege toda a sua conduta tendo em atenção a sustentabilidade Ambiental? Será o Ser Humano, um ser consciente dos limites da nossa Natureza? Por que razão continuamos nós a poluir? Quais as consequências para os nossos solos, atmosfera e água? 

É também a nível local que podemos considerar estas questões e avaliar o impacto da ação humana no nosso espaço circundante, nomeadamente na nossa floresta. Por exemplo, a área florestal de Cantanhede, área de vegetação natural, tem uma proporção de 1 403 ha, ou seja, 3.5% da área total de Cantanhede. As áreas florestais configuram três núcleos de grande extensão. O primeiro localiza-se na freguesia da Tocha e corresponde à área do perímetro florestal, com uma forma compacta e sem zonas de interpenetração da floresta com outros usos. O segundo de dimensões consideráveis localiza-se a Norte de Cantanhede e São Caetano, o Sul de Febres e Norte de Pocariça, Ourentã e Sepins. O terceiro, de menores dimensões localiza-se a Sul do concelho abrangendo parte das freguesias de Portunhos e Ançã e ainda o Sul das freguesias de Outil, Cordinhã e Murtede.

As florestas desempenham um importante papel na luta contra as alterações climáticas, pois as plantas e as árvores absorvem e armazenam gases com efeito de estufa, retirando-os da atmosfera. O lixo é, assim, considerado uma fonte de ignição ou combustível de eleição dos incêndios florestais. Todavia, atividades como o lançamento de resíduos no solo, o abate de árvores e os incêndios reduzem a absorção de carbono ou chegam mesmo a invertê-lo, transformando as florestas em fontes de emissão.

O trabalho de conservação ambiental esbarra, portanto, em problemas que podem ser evitados, como o lixo jogado na natureza, por exemplo, que ameaça a fauna, a flora e o próprio Ser Humano. É considerado lixo qualquer resíduo sólido produzido pelo homem, como garrafas, sacos plásticos, embalagens, baterias, pilhas e até restos de comida. Além de causarem a poluição visual e mal cheiro, esses resíduos poluem a água, o solo e colocam os animais em risco, já que eles podem ferir-se em materiais cortantes ou mesmo ingerir os materiais descartados de forma indevida na natureza. 

Neste sentido, é urgente promover bons hábitos para a conservação e preservação da natureza, prevenir a poluição e educar para a sustentabilidade ambiental.

  

Contactos

Coordenadoras

Prof. Catarina Soares: catarina.soares@etpc.pt

Prof. Ana Fontes: ana.fontes@etpc.pt

 

Telefone da ETPC: 231 420 344

    
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